O Sorriso de Galadriel


Terça-feira , 24 de Maio de 2005


Em caráter especial

Esse post é pra mostrar a ilustração que minha amiga Marília fez para mim... uma cabrita (na verdade é uma ovelha, mas arranjar foto de cabrita bonita é difícil...rs) fazendo tricô. Uma cabrita bem boazinha por sinal...rs

Valeu Má... gostei de verdade.

Beijocas

 

Escrito por Galadriel às 22:42
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Melancolia doce

Eu poderia viver assim, um momento de cada vez, me preocupando apenas com os pequenos detalhes... o lápis preto no olho, o creme no cotovelo, a salada picadinha, o suco azedinho... você, eu.

Eu poderia fingir que tudo é simples. Vivendo em pequenos momentos de simplicidade, construindo uma felicidade constante, vou fechar meus olhos, mais uma vez, e tentar. E dessa vez não vou chorar, apenas sorrir, porque você me fez acreditar que meu sorriso é lindo.

Vou pensar menos no amanhã... vou pensar mais... me atirar em seus braços. O que quero agora é guadar eternamente a maciez dos teus lábios e o toque suave no seu antebraço.

Não mais estranhos na noite... apenas somos nós. Estou num momento de melancolia doce. Mantenha-me assim...

Escrito por Galadriel às 13:12
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Segunda-feira , 23 de Maio de 2005


Quando filmes franceses não são a solução

Bem que eu queria saber controlar, poder conjugar meus anseios pro infinito, a fim de me preocupar apenas com esse momento. Aproveitar as horas, e não depositar meu desespero nos filmes franceses.

Até tento fechar os olhos bem forte, apenas sentindo o toque da sua pele, mas as lágrimas me obrigam a abri-los e eu vejo toda a vergonha por que passo e não entendo.

Estou esperando um sinal, um sinal que indique um final? Não, não acho que é o que desejo, não o meu, não o seu, não o nosso. Apenas espero. Um liberdade que não é azul, mas que está contida no brilho das esmeraldas dos meus olhos.

Vou continuar de olhos fechados, e meus ouvidos também fecharei, mas não posso fechar minha alma.

Acredite, enquanto acreditar na diferença que fasso permanecerei. Clame por epifanias, que o mar se abra, porque não sei com que pernas caminharei.

Quando o nada é o sentido, tudo o que temos não tem mais importância.

Não quero que minha liberdade se torne azul.

 

Escrito por Galadriel às 13:59
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